Acima impressionante "trabalhinho" de Clara, 2 anos. Abaixo, Paul Jackson Pollock, (Cody, Wyoming, 28 de janeiro de 1912 — 11 de agosto de 1956) foi um pintor dos Estados Unidos da América e referência no movimento do expressionismo abstrato. (wikipédia)sexta-feira, 25 de setembro de 2009
arte, experiência e o inconsciente
Acima impressionante "trabalhinho" de Clara, 2 anos. Abaixo, Paul Jackson Pollock, (Cody, Wyoming, 28 de janeiro de 1912 — 11 de agosto de 1956) foi um pintor dos Estados Unidos da América e referência no movimento do expressionismo abstrato. (wikipédia)terça-feira, 22 de setembro de 2009
O sistema ósseo
Este vídeo foi produzido por Lucas, estudante do 8o. ano , para a feira de ciências do Instituto Baião Santos.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
II FÓRUM MINEIRO DE EDUCAÇÃO INTEGRAL
II FÓRUM MINEIRO DE EDUCAÇÃO INTEGRAL
18/09 – sexta-feira: Cortejo “Escola Aberta – Escola Integrada”
Local: Praça da Liberdade, Praça Afonso Arinos e Praça da Estação.
Horário: 8h às 11h.
Descrição: Em cada local será feita uma estação para concentração dos agentes que, em cortejo, dirigir-se-ão para o Parque Municipal.
18/09 – sexta-feira:Mostra Horizontes da Cidadania: BH: Todos na escola aprendendo. Mos
Local: Parque Municipal
Horário: 8h às 17h.
18/09 – sexta-feira: Solenidade de Abertura da Exposição do Arquivo Público de Belo Horizonte
Local: Saguão da Secretaria Municipal de Educação (1º andar)
Horário: 17h
19/09 – sábado: Formação dos Agentes Culturais dos Programas Escola Aberta e Escola Integrada
Local: E.M. Marconi
Horário: 8h às 18h
Público: 1100 pessoas
Descrição da atividade: Formação dos atores do Programa Escola Aberta da região Metropolitana de Belo Horizonte e do Programa Escola Integrada.
Pública: Agentes Culturais, Coordenadores (as) Comunitários, Professores Comunitários, supervisores e oficineiros.
Programação:
8:00 ás 9:00 – credenciamento e lanche
9:00 ás 12:00 - oficinas em sala
12:00 ás 13:30 – almoço
13:30 ás 15:30 – oficinas e atividades culturais
15:30 ás 17:00 – Exposição coletiva e avaliação do encontro
20/09 – domingo: Festival Matropolitano do Programa Escola Aberta
Local: Parque das Mangabeiras
Horário: 8h às 18h
Participantes: Municípios do Programa Escola Aberta da Região Metropolitana de Belo horizonte, diretores escolares, professores comunitários, coordenadores escolares, oficineiros, agentes culturais dos Programas Escola Aberta e Escola Integrada, alunos das escolas municipais e todas as pessoas das comunidades que participam do Programa Escola Aberta.
Coordenadores municipais do Programa Escola Aberta dos estados de: Espírito Santo, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo.
Equipes da UNESCO e MEC.
21/09 – segunda-feira: Educação Integral em pauta
Local: UNA, rua Aimorés, 1451
Detalhamento: 250 pessoas
Horário: 8h às 18h
Manhã: Seminário
Tarde: Rodas de Conversa
Seminário Educação Integral: tecendo redes de aprendizagem
21/09 – segunda-feira
Local: UNA, rua Aimorés, 1451 (Auditório) - Lourdes
Horário: 8h às 18h
Programação
MANHÃ
8h – Café e credenciamento
8h30 – Abertura
9h – Mesa Redonda com o Prof. José Robert Rus Perez, coordenador do Nepp/Unicamp, e Maria Julia Azevedo Gouveia, coordenadora de programa comunitário no CIEDS, em SP. A mesa será mediada pela Prof.ª Maria Lucia Alvarez, da FaE/UFMG.
12h às 13h -almoço
TARDE
13h às 14h – Exposição e apresentação de pôsteres
14H às 16h – Rodas de Conversa
Roda 1: Cidadania e Tecnologias da Comunicação e Informação
Coordenação: Oficina de Imagens
Roda 2: Arte e Educação
Coordenação: Inhotim e Guinard/UEMG (a confirmar)
Roda 3: Acompanhamento Escolar: reforço ou construção de competências?
Coordenação: UFMG e outra Ies (a confirmar)
Roda 4: Promoção da Saúde (Nutrição e Saúde do Corpo foram os enfoques que pensamos serem interessantes)
Coordenação: Newton Paiva, Pitágoras e outra Ies (a confirmar)
Roda 5: Meio Ambiente (educação ambiental, horta, etc)
Coordenação: UNA e outra Ies (a confirmar)
16h às 17h30 – Socialização e debate sobre as Rodas de Conversa
17h30 – Encerramento e Lanche
Relação entre tecnologia, escola e aprendizagem
Contribuição do Grupo Educare ( Sandra Bicalho, Ivone Freitas, Rosilene Oliveira, Mariana Cesário e Vanessa Lana).
domingo, 13 de setembro de 2009
Na onda com o Blogger Mobile
Por Biz Stone
Antigamente, os telefones celulares eram raros e caros. Ricos empresários carregavam-nos em maletas. Eu me lembro quando estava no segundo grau e o pai de Melissa Miller tinha um telefone de carro. Aquilo era algo de outro mundo!. O Sr. Miller era um cara especial. Atualmente, os telefones móveis são baratos e estão disponíveis em todos os lugares. Em muitos países, a quantidade de telefones móveis supera o número de telefones fixos. Em todo o mundo, os telefones móveis são cada vez mais populares, e isso é especialmente verdadeiro quando se trata de áreas em desenvolvimento. As pessoas decoram, personalizam e colocam acessórios em seus telefones para refletir sua personalidade. Isso lhe é familiar?
Os telefones móveis são pequenos aparelhos de blog perfeitos que as pessoas carregam com elas em todos os lugares. Compartilhar fotos e histórias com amigos enquanto você está em qualquer lugar, remetendo-lhes diretamente ao seu blog—o que poderia ser mais fácil? Isso pode ser mais fácil; é por isso que criamos o Blogger Mobile. Para criar um blog e postá-lo usando seu telefone móvel, você precisará seguir estas instruções:
(Envie para go@blogger.com e você terá terminado.)
Conforme indicado pelo gráfico acima, o envio de um MMS ou de um email para go@blogger.com criará automaticamente um novo blog. Sua foto, juntamente com qualquer texto que você adicionar, será carregada imediatamente nesse blog. Enviaremos uma mensagem de volta a você com o endereço para que você possa visitar seu novo blog na Web. Tudo isso gratuitamente. Quando você sentir vontade de mudar tudo ou quando já tiver uma conta do Blogger e desejar que as postagens sejam enviadas ao seu blog já existente, poderá efetuar logon no go.blogger.com e informar o código que enviamos ao seu telefone.
Isto está claro: você envia algo do seu telefone, uma linha de assunto, uma foto e talvez uma legenda, se assim você quiser, para go@blogger.com ,e nós cuidamos do resto. Isso fica por nossa conta.
ciclo de palestras em comunicação
O ciclo de palestras da Comunicação realizar-se-a nas datas listadas abaixo, entre 9h e 11h, no auditório Albert Einstein, 3º piso do Prédio da João Pinheiro, nas Faculdades Promove. As transmissões poderão ser vistas também neste blog nas datas elencadas abaixo. Participem através do twitter e interajam com os moderadores e palestrantes.
Os vídeos podem ser vistos no portal APRENDA NA REDE. Eles não estão editados, o que será feito posteriormente. Isto significa que quem não participou ao vivo poderá ver a transmissão tal como aconteceu no dia.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Tecnologia muda função de professor na sala de aula
São Paulo - Pedagogos acreditam que, com tecnologia na sala de aula, papel do educador muda de detentor do conhecimento para guia das investigações dos alunos.
O cenário é clássico: o professor entra sério na classe, quebrando a bagunça dos alunos.
Com métodos formulados há séculos, e usados desde então, é do educador o papel de centro da aula: é ele que conduz a exposição de fatos, é para ele que os alunos se dirigem e é ele quem atesta se o estudante está preparado ou não.
No século 21, esse papel está se transformando. A função do professor muda de detentor do conhecimento para guia das investigações dos alunos.
"De modo geral, crianças entendem que o professor representa muito mais do que é encontrado na internet ou no livro-texto", afirma a professora de novas tecnologias na educação do departamento de computação da PUC de São Paulo, Beth Almeida.
O termo "pedagogia" designa o método usado ao desenvolvimento educacional de jovens como um todo, passando conhecimentos por meios determinados pelos próprios educadores.
O que a tecnologia vem fazendo com a educação é aproximá-la do conceito de andragogia, onde quem determina o assunto é o professor, mas é o próprio aluno que decide os melhores caminhos a tomar.
"O novo professor tem que estar preparado para deixar de ser o que apenas fornece informações e trabalhar para ser um orientador, aquele que ajuda a selecionar informações e sabe fazer articulações", explica Beth.
Por mais que a internet traga milhões de referências sobre assuntos que o professor não domina, ele ainda é o profissional com experiência para indicar quais os caminhos deverão ser tomados.
"É obrigação do professor manter o senso de investigação do estudante. Seu diferencial não será mais o quanto pode ensinar, mas como se liga da melhor maneira os conhecimentos adquiridos", explica Ivone Sotelo, coordenadora de informática educacional do colégio Visconde de Porto Seguro.
Mas os alunos não param de surpreender. Trabalhos escolares exigidos em grupo estão começando a chegar para os professores em outras mídias que não o tradicional caderno.
O melhor exemplo é o vídeo: diversos projetos de matérias que vão de biologia e literatura são entregues no formato audiovisual, o que obriga o professor a dominar, no mínimo, serviços básicos de edição e reprodução.
"A popularização de câmeras e celulares está fazendo com que vídeos imperem nestes trabalhos", explica Cristiana Assumpção, coordenadora de tecnologia da educação do Bandeirantes.
Os professores que não dominam a tecnologia, então, devem ficar preocupados com este novo cenário? "Quem tem que ficar preocupado, na verdade, é quem dá a mesma aula há mais de 40 anos e acha isto normal", resume a coordenadora de tecnologia educacional do Dante Alighieri, Valdenice Minatel.
Por Guilherme Felitti, repórter do IDG Now!
Publicada em 03 de maio de 2007 às 07h00
Atualizada em 04 de junho de 2008 às 09h34
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Educação e Tecnologias: Mudar para valer!
José Manuel Moran
Especialista em projetos inovadores na educação presencial e a distância
A Internet, as redes, o celular, a multimídia estão revolucionando nossa vida no cotidiano. Cada vez resolvemos mais problemas conectados, a distância. Na educação, porém, sempre colocamos dificuldades para a mudança, sempre achamos justificativas para a inércia ou vamos mudando mais os equipamentos do que os procedimentos. A educação de milhões de pessoas não pode ser mantida na prisão, na asfixia e na monotonia em que se encontra. Está muito engessada, previsível, cansativa.
As tecnologias são só apoio, meios. Mas elas nos permitem realizar atividades de aprendizagem de formas diferentes às de antes. Podemos aprender estando em juntos em lugares distantes, sem precisarmos estar sempre juntos numa sala para que isso aconteça.
Muitos expressam seu receio de que o virtual e as atividades a distância sejam um pretexto para baixar o nível de ensino, para aligeirar a aprendizagem. Tudo depende de como for feito. A qualidade não acontece só por estarmos juntos num mesmo lugar, mas por estabelecermos ações que facilitem a aprendizagem. A escola continua sendo uma referência importante. Ir até ela ajuda a definir uma situação oficial de aprendiz, a conhecer outros colegas, a aprender a conviver. Mas, pela inércia diante de tantas mudanças sociais, ela está se convertendo em um lugar de confinamento, retrógrado e pouco estimulante.
O conviver virtual vai tornar-se quase tão importante como o conviver presencial. A escola precisa de uma sacudida, de um choque, de arejamento. Isso se consegue com uma gestão administrativa e pedagógica mais flexível, com tempos e espaços menos predeterminados, com modos de acesso a pesquisa e de desenvolvimento de atividades mais dinâmicas.
Passando pelos corredores das salas das universidades, o que se vê é quase sempre uma pessoa falando e uma classe cheia de alunos semi-atentos (na melhor das hipóteses). A infra-estrutura é deprimente. Salas barulhentas, a voz do professor mal chega aos que estão mais distantes. Conseguir um data show na maioria delas é uma tarefa inglória. Muitas vezes existe um único equipamento para um prédio inteiro.
É hora de partir para soluções mais adequadas para o aluno de hoje. Os adultos mantêm o status quo, em nome da qualidade, mas na verdade nos apavoramos diante da mudança, do risco do fracasso. Mas o fracasso não está bem na nossa frente? Quantos alunos iriam a nossas aulas se não fossem obrigados? Há maior fracasso do que este?
A escola pode ser um espaço de inovação, de experimentação saudável de novos caminhos. Não precisamos romper com tudo, mas implementar mudanças e supervisioná-las com equilíbrio e maturidade.
Manter o currículo e as normas, tal como estão, na prática é insustentável. As secretarias de educação precisam ser mais proativas e incentivar mudanças, flexibilização, criatividade.
Professores, alunos e administradores podem avançar muito mais em organizar currículos mais flexíveis, aulas diferentes. A rotina, a repetição, a previsibilidade é uma arma letal para a aprendizagem. A monotonia da repetição esteriliza a motivação dos alunos.
São muitos os recursos a nossa disposição para aprender e para ensinar. A chegada da Internet, dos programas que gerenciam grupos e possibilitam a publicação de materiais estão trazendo possibilidades inimagináveis vinte anos atrás. A resposta dada até agora ainda é muito tímida, deixada a critério de cada professor, sem uma política institucional mais ousada, corajosa, incentivadora de mudanças. Está mais do que na hora de evoluir, modificar nossas propostas, aprender fazendo.
O sistema bimodal – parte presencial e parte a distância - se mostra o mais promissor para os alunos da quinta série em diante. Reunir-nos em uma sala e reunir-nos através de uma rede são os caminhos da educação em todos os níveis, com diferentes ênfases. As crianças precisam ficar muito mais tempo juntas do que conectadas. Mas à medida que vão crescendo, o nível de interação a distância deve aumentar progressivamente.
Hoje obrigamos os alunos a ir a um local para aprender. Em determinados momentos isso é um contra-senso. O importante é que gostem de aprendem de várias formas, motivados, utilizando as potencialidades de estar juntos e de estar em rede. Os alunos gostam da comunicação online, da pesquisa instantânea, de tudo o que acontece just in time, naquele momento. As salas de aula precisam estar equipadas com acesso a Internet para mostrar rapidamente o resultado de uma pesquisa em tempo real na sala. Os alunos necessitam de mais laboratórios conectados, principalmente os mais carentes, sem esse acesso em casa. Para alunos com acesso a Internet é possível realizar uma parte do processo de aprendizagem a distância/conectados. E os alunos sem esse acesso poderiam fazer essas mesmas atividades nos laboratórios.
Todos os que estamos envolvidos em educação precisamos conversar, planejar e executar ações pedagógicas inovadoras, com a devida cautela, aos poucos, mas firmes e sinalizando mudanças. Sempre haverá professores que não querem mudar, mas uma grande parte deles está esperando novos caminhos, o que vale a pena fazer. Se não os experimentamos, como vamos a aprender?
Não basta tentar remendos com as atuais tecnologias. Temos quer fazer muitas coisas diferentemente. É hora de mudar de verdade e vale a pena fazê-lo logo, chamando os que estão dispostos, incentivando-os de todas as formas – entre elas a financeira – dando tempo para que as experiências se consolidem e avaliando com equilíbrio o que está dando certo. Precisamos trocar experiências, propostas, resultados.
Grupo: Luciene Gomes de Paula
Kátia Maria de Oliveira
Rebeca Pocceschi
Pamela Botelho
Jovens "On line"
Está permanentemente conectado à internet e envia e recebe centenas de mensagens eletrônicas por dia, sem contar o uso de programas de comunicação por imagem e voz. Ao final, ele se perguntou se o uso de tanta tecnologia facilita sua vida ou se a torna mais complexa.
A presença da tecnologia em nossas vidas modificou nossa maneira de conduzir muitas questões. São poucas as pessoas que poderiam viver sem seu celular para falar várias vezes ao dia com a mesma pessoa.
As crianças e os adolescentes, por exemplo, não precisam ficar horas sem comunicação com os pais -que sempre atendem a seus telefonemas no celular. O motivo das ligações? Os filhos querem saber o horário em que os pais devem chegar, reclamar de seus cuidadores, saber o que comerão no jantar e outros assuntos corriqueiros.
Uma mãe reclamou do número enorme de telefonemas diários dos filhos e eu lhe perguntei por que os atendia. Ela disse que sempre temia que fosse algo urgente, só que isso nunca havia acontecido.
Mas a tecnologia se entranhou tanto em nossas vidas que agora não apenas a usamos como também, tão influenciados por ela, a imitamos.Vamos considerar a relação que os pais têm com os filhos.
Algumas décadas atrás, era consenso que educar significava mostrar aos filhos como é a vida e dar a eles algumas direções a serem seguidas, pelo menos temporariamente. Os pais eram a bússola dos filhos. Apontar sempre a direção a seguir -a do grupo familiar- era a função que exerciam.
Os valores, princípios morais, costumes, tradições e virtudes que a família priorizava eram a direção. Ao chegar à maturidade, com autonomia e conhecedores do norte familiar, os filhos poderiam escolher que direção seguir. Pois bem: o mundo mudou, e a relação dos pais com seus filhos também. Hoje, não basta ensinar a respeito da vida. Os pais querem ensinar aos filhos como eles devem viver. De bússola dos filhos, os pais passaram a ser seu GPS.
Esse aparelho, que hoje tanta gente usa, não fornece apenas orientação; é principalmente um sistema de navegação que informa trajetos ponto a ponto. E mais: também mostra como sair de um trânsito pesado, por exemplo, e como evitar determinadas vias. O GPS resolve todos os problemas de quem transita pelas caóticas cidades em que vivemos.
Se você pensar bem, tem sido essa a atuação dos pais. Não há dúvida de que, para os filhos, a situação é bem confortável. Entretanto, há um problema.
Quando o sistema deixa de funcionar ou é desligado, deixa seu usuário completamente desorientado se ele não conhecer o local onde está e aonde quer ir. Talvez essa seja uma das causas da adolescência estendida: os jovens ficam andando em círculos e perdidos sem o GPS.
Grupo: Aline, Cássio, Gizele, Izabel e Marina (Alun@s do 6º período do curso de Pedagogia noite - Aimorés)
Ensinar exige estética e ética Paulo Freire
Referência bibliográfica
Vera Lúcia Camara Zacharias é mestre em Educação, Pedagoga, consultora educacional, assessora diversas instituições, profere palestras e cursos, criou e é diretora do CRE.
CTC-ES aprova Roteiro para Classificação de Livros
Quinta, 27 de Agosto de 2009 16:24
O Conselho Técnico-Científico da Educação Superior (CTC-ES) durante a 111ª Reunião, realizada em 24 de agosto de 2009, aprovou o Roteiro para Classificação de Livros. O roteiro traz conceitos e definições comuns e sugestão de modelo de ficha de classificação e servirá como orientação para as 23 áreas que vão classificar livros na avaliação trienal de 2010.
Em várias áreas do conhecimento, os livros constituem a principal modalidade de veiculação de produção artística, tecnológica e científica. As outras áreas de conhecimento, nas quais a produção de conhecimentos quase não se expressa na forma de livros, mas preferencialmente na forma de artigos em periódicos, não utilizarão o Roteiro para Classificação de Livros.
O roteiro consolida discussões ocorridas nas áreas e no âmbito do CTC-ES desde o início do ano de 2008, cujos esforços eram de estabelecer critérios e procedimentos comuns para a qualificação de livros.
Como no caso de periódicos as orientações e critérios do roteiro foram estabelecidos visando exclusivamente à avaliação da produção intelectual dos programas de pós-graduação e, portanto, são inadequadas para avaliações individuais de professores, pesquisadores e alunos.
A 111ª Reunião do CTC-ES continua até amanhã, 28.
Confira o Roteiro para Classificação de Livros.
A TV Digital e a integração das Tecnologias na Educação
Grupo: Euler, Geovania, Marília e Sandra.
blog: http://edutecno.zip.net/
A TV digital e a integração das tecnologias na educação
José Manuel Moran
Professor de novas tecnologias na USP (aposentado)
Texto publicado no boletim 23 sobre Mídias Digitais do Programa Salto para o Futuro. TV Escola - SEED, novembro, 2007.
Disponível em: http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2007/md/index.htm
A TV digital e a integração das tecnologias
As tecnologias começaram e se mantiveram separadas – computador, celular, Internet, mp3, câmera digital e agora a TV – e agora caminham na direção da convergência, da integração, dos equipamentos multifuncionais que agregam valor. O computador fica cada vez mais potente e menor, ligado à internet banda larga, a redes sem fio, à câmera digital, ao celular, aos tocadores de música. O telefone celular é a tecnologia que atualmente mais agrega valor: é wireless (sem fio) e rapidamente incorporou o acesso à Internet, à foto e vídeo digitais, aos programas de comunicação (voz, TV), ao entretenimento (jogos, música-mp3) e outros serviços. A televisão é a última das grandes mídias a tornar-se digital. E agora se insere num mundo de tecnologias já digitais, já mais interativas e integradas e precisa correr atrás para recuperar o espaço perdido, principalmente o das múltiplas escolhas na hora e lugar que as pessoas assim o quiserem. Com a chegada da TV digital a pressão pela integração tecnológica será muito maior. Infelizmente, ainda demorará a acontecer, porque estamos numa fase de transição do modelo industrial para a sociedade do conhecimento, ainda presos a modelos de empresas de telecomunicações e audiovisuais cartoriais, que defendem áreas já conquistadas, campos de atuação exclusivos e conceitos de propriedade intelectual, que precisam ser revistos com urgência. Especificamente no Brasil, teremos a TV digital dos grandes eventos ao vivo, como Olimpíadas, passadas em alta definição, com imagem fantástica e inúmeros recursos de som. Teremos canais que transmitirão também em alta definição filmes e novelas para um público mais exigente e com maior poder aquisitivo. Teremos também na TV aberta muitos canais de TV digital de qualidade boa, mas sem ser de alta definição, que passarão noticiários vinte e quatro horas, esporte, vendas, como hoje acontece na TV por assinatura. Serão canais com alguma interação para compras, votações de opinião, etc. E teremos uma outra TV digital on-demand , a la carte , isto é escolheremos em cada momento entre um menu muito diversificado de programas prontos aqueles que nos interessam mais. Uns serão gratuitos, pagos por publicidade, e outros pagos diretamente pelo consumidor. No começo, a TV digital oferecerá mais canais, mais oferta de conteúdo e alguma interação: escolhas básicas, simples sem muitos recursos complexos. As emissoras tentarão controlar o conteúdo ofertado, que é o mais caro e o que as pessoas mais procuram, mas haverá simultaneamente muitos grupos oferecendo formas novas de produção e divulgação desse conteúdo, ampliando o número de usuários-produtores, como começa a acontecer agora na Internet. A rapidez da evolução dos serviços na Internet e no celular, com muitas formas de navegação, escolhas e interação obrigará à TV a ser muito mais participativa, a oferecer formas de participação mais abrangentes, a médio prazo, para não perder mercado.
Aplicações da TV digital na educação
Que conseqüências terá a passagem da TV convencional para a digital e a integração com as outras mídias na educação? A tecnologia digital baixa custos, a médio e longo prazo. Na educação, teremos muitos canais e recursos para acessar conteúdos digitais de cursos e realizar debates com especialistas e entre alunos. Será fácil também a orientação de pesquisas, de projetos e mostrar (apresentar, disponibilizar) os resultados. Poderemos produzir belas aulas e deixá-las disponíveis para os alunos acessa-las no ritmo que quiserem e no horário que acharem conveniente, com qualidade melhor do que a atualmente conseguida na Internet. Haverá mais realismo na interação a distância, nos programas de comunicação a distância, isto é conseguiremos, mesmo fisicamente longe, ter a sensação de estarmos juntos, de quase tocar-nos fisicamente. Se estivermos viajando poderemos acessar um canal específico e interagir com os colegas e alunos através do celular ou de um computador portátil. A TV digital poderá oferecer muitas mais oportunidades de os alunos serem produtores de conteúdos multimídia, como acontece hoje na Internet com o site YouTube: qualquer pessoa pode divulgar um vídeo feito com câmera digital ou celular. Os usuários avaliam o filme pela quantidade de acessos e pelo número de estrelas atribuído. Quando melhor avaliado um vídeo, mais aparece para o público ou na pesquisa do site. A tv digital pode oferecer com mais qualidade a exibição dessas produções feitas pelos usuários e acrescentar recursos de pesquisa e navegação fáceis e hiper-realistas. Poderemos ter salas de aula abertas para cada grupo, turma, universidade e recriar nelas todo o potencial da comunicação presencial, a distância, mas conectados.
Problemas que enfrentamos com as mídias digitais
O problema do Brasil não é tecnológico, mas de desigualdade estrutural. A interatividade tem muito a ver com poder de compra, com educação de qualidade, com cultura empreendedora. A grande maioria das pessoas depende do modelo passivo de uma TV que dá tudo pronto, aparentemente de graça. Esse modelo fez sucesso. A interatividade pressupõe uma atitude de vida muito mais ativa, investigativa, inovadora. Sem educação de qualidade, as pessoas têm menos poder de fazer crítica, de realizarem escolhas mais abrangentes. E nossa educação ainda é muito precária. A TV pode ser utilizada de forma muito rica e participativa com a digitalização e integração das mídias, mas sem uma melhoria efetiva na educação e nas condições econômicas correspondentes, a TV continuará ditando o lazer das pessoas, oferecendo mais oportunidades de concorrer a prêmios, de fazer compras - o que convenhamos não é um grande ganho em relação à TV atual. As tecnologias digitais não atuam no vazio. Elas são utilizadas dentro de contextos educacionais diferentes. Grandes grupos educacionais privados pensam nelas para baratear custos, ganhar escala (aulas para mais alunos, por satélite, por exemplo); vêem a educação como investimento, como negócio e buscam utilizar as tecnologias digitais para conseguir o máximo lucro com a mínima despesa. De um lado introduzem modelos altamente complexos e sofisticados de tele-aulas, de ambientes virtuais com conteúdos disponibilizados e formas de avaliação comuns e simples. São modelos para grandes grupos, para países inteiros, oferecidos de modo uniforme para todos, com algum apoio de instituições locais. São os modelos oferecidos pelas mega-universidades que estão se consolidando agora, que vêem na TV digital uma forma ideal de realizar este modelo massivo. De outro lado teremos as instituições que oferecerão propostas educacionais mediadas pelas tecnologias digitais para grupos menores, com mais interação, focadas na aprendizagem, no aluno, em criação de grupos de pesquisa, de projetos e aprendizagem colaborativa. Entre estes dois modelos extremos, haverá diversas formas de oferecimento de cursos semi-presenciais e a distância, todos mediados por tecnologias digitais simples e mais sofisticadas, com mais ou menos interação. Mas a mediação de tecnologias digitais daqui em diante será comum a todos, pela concorrência, necessidade de adaptação às novas formas de vida nas cidades, pela pressão para diminuir custos e atender aos alunos onde eles estiverem. Outro fator complicador é o ritmo lento, complexo e descontínuo da gestão pública, com recursos, mas dificuldade na implementação, na continuidade das políticas, sem falar na corrupção, que diminui o impacto dos recursos na ponta, na escola. As tecnologias dependem também de como cada um, professores, alunos e gestores as utilizam: em contextos e encontros pedagógicos motivadores ampliam a curiosidade, a motivação, a pesquisa, a interação. As tecnologias em contextos e encontros pedagógicos acomodados, rotineiros aumentam a previsibilidade, o desencanto, a banalização da aprendizagem, o desinteresse.
Referências bibliográficas do autor
MORAN, José Manuel. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá . Campinas: Papirus, 2007.
___________________. Desafios na comunicação pessoal . 3ª ed. revista. São Paulo: Paulinas, 2007.
Página pessoal: www.eca.usp.br/prof/moran
Blog sobre educação inovadora: http://moran10.blogspot.com

Gostariamos de compartilhar com vocês a opinião do nosso grupo " Tecnologia em Ação" sobre os avanços da tecnologia. Essas tecnologias alteraram significativamente a dinâmica da educação. Assim os professores deixaram de ser a referência na detenção do conhecimento.
As novas tecnologias podem ser trabalhadas de forma a contribuir para a aprendizagem dos nossos alunos e nós professores devemos orientar e mediar esse processo. Por isso é importante nos atuais cursos de formação de professores, a compreensão e a utilização das novas tecnologias em beneficio da educação.
A sociedade esta mudando em ritmo acelerado, as profissões também estão sofrendo alterações na decorrência da evolução das tecnologias, assim a educação tem o papel de intermediar de forma responsável e consciente a apropriação dessas ferramentas pelas pessoas.
O vídeo apresenta uma realidade que afetou a profissão de web designer, mas quando olhamos para a educação percebemos que as mudanças estão ocorrendo rapidamente e que precisamos nos adaptar e conseguir acompanhá-las para tentar reviver a importância do professor e da educação na sociedade.
As tecnologias não podem ser consideradas a salvação do mundo, elas são reflexo do que nos somos, do que produzimos a partir delas por isso nos educadores precisamos ter cuidado em como mediar o processo de construção do conhecimento com nossos alunos utilizando dos vários recursos das tecnologias.
Alunos: Amanda, Érica, Samuel, Raquel
6º Período Pedagogia Noite- Aimorés
http://tecparaeducar.blogspot.com/
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Chamada de trabalho
Consulta las bases para la presentación de comunicaciones. Te invitamos a explorar los diferentes Grupos de Trabajo y escoger a cuál de ellos enviarás tu comunicación.
Hasta el 15 de septiembre podéis enviar vuestras comunicaciones al IV Congreso de la Cibersociedad.
Las comunicaciones o "papers" son el elemento de contenido central del Congreso. Por tanto, deberán estar encuadradas y apelar directamente a la temática presentada por cualquiera de los Grupos de Trabajo. El envío de comunicaciones se efectúa, exclusivamente, desde las página del grupo al que se quiere hacer llegar. Para ello debe utilizarse el formulario online de envío que la organización ha preparado para ello, donde las comunicaciones deberán tratar de apelar siempre a las preguntas y planteamientos de los Grupos de Trabajo.
Entre otras novedades de esta edición, incluimos la posibilidad de presentar comunicaciones en distintos formatos (texto, audio, vídeo o presentación con diapositivas).
A quién nos dirigimos
Dada la urgencia e importancia de los planteamientos dibujados en la línea editorial, así como los ámbitos emergentes de cada uno de los Grupos de Trabajo, consideramos imprescindible la implicación conjunta tanto del sector de la Academia como del de la Administración, Empresa y Sociedad Civil.
Por ello, convocamos a:
- Investigadores y docentes de las áreas de las ciencias sociales, humanas y tecnológicas a presentar sus reflexiones, últimas investigaciones e innovaciones.
- Profesionales de la Administración y la empresa privada a que presenten sus experiencias, casos relevantes y prácticas sobre el terreno.
- Sociedad civil y "ciudadanía digital" para que compartan sus impresiones, comentarios y vivencias acerca de su participación e implicación en la Sociedad del Conocimiento.
Temática de las comunicaciones
El congreso de este año se estructura a partir de seis ejes temáticos generales, que agrupan en su interior diversos Grupos de Trabajo con temáticas concretas:
- Educación
- Política
- Comunicación
- Ciencia e investigación
- Economía
- Cultura
Las comuinicaciones o papers, como contenido central del Congreso, deberán estar encuadradas y apelar directamente a la temática presentada por uno de los Grupos de Trabajo que integran estos seis ámbitos del congreso.
Cómo presentarlas
El envío de las comunicaciones se hará, exclusivamente, desde las páginas de cada uno de los Grupos de Trabajo. Deberá utilizarse siempre el formulario online de envío que la organización ha preparado para ello.
Así pues, no se aceptarán comunicaciones enviadas por correo electrónico ni por otros medios que no sean el mencionado.
Cuándo se presentan
Mientras esté activo el formulario de envío de comunicaciones. Desde que se hace pública la llamada a comunicaciones y hasta el 15 de septiembre de 2009 podréis enviar vuestras propuestas de comunicación o paper a los Grupos de Trabajo del congreso.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Com o apoio do Ministro Sérgio Rezende, o CNPq vai ampliar o Programa de Bolsas de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora - DT, que passa a ter os mesmos benefícios e as mesmas características do Programa de Bolsas de Produtividade em Pesquisa – PQ. Ou seja, com as novas concessões, a partir de março/2010 será implementado o adicional de bancada para as bolsas DT da categoria I. As novas bolsas DT nível I-A passarão a ter vigência de 5 anos; níveis I-B, I-C e I-D de 4 anos e as da categoria 2 terão vigência de 3 anos.
As inscrições para bolsas DT estarão abertas até o dia 11 de setembro, via Formulário de Propostas On-line , disponível na Plataforma Carlos Chagas . Entretanto, só será permitido a cada pesquisador concorrer em uma das modalidades: PQ ou DT. Para quem já se inscreveu ou venha a se inscrever em uma das modalidades e queira mudar para a outra, ou mesmo aqueles que desejarem substituir a solicitação já enviada, deverão preencher a modalidade desejada e enviar ao CNPq. Nesses casos, prevalecerá a inscrição mais recente, com a anulação da(s) anterior(es).
O julgamento será realizado por um Comitê Avaliador multidisciplinar e os critérios de julgamento estão contidos na norma divulgada no sítio do CNPQ no endereço: http://www.cnpq.br/normas/rn_06_016_anexo2.htm . O atendimento a proponentes com dificuldades no preenchimento do Formulário de Propostas On-line será feito pelo endereço suporte@cnpq.br ou pelos telefones (61) 2108-9004 ou (61) 2108-9354, de segunda a sexta-feira, no horário de 8h30 às 18h30.




Pedro e Clara, na perspectiva de Clara